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Não aguenta mais o mala do novo apresentador do Globo Esporte, suas piadinhas ridículas, vontade de aparecer e o que ele fez com o programa (acabou com ele)? Descobri na Justin.tv o canal da Globo Internacional, que passa o GE do Rio. No lugar do mala, Glenda Kozlowsky (que saudade da beleza, charme e simplicidade dela!). No lugar do mala de smoking, o Caio, temos o lendário super craque Júnior, ex-Flamengo e Seleção. E o GE do Rio ainda mostra matérias de outros esportes, o que a edição paulista vem deixando de lado por causa do palhaço que adora repetir que é parecido com Mano Menezes. Clica lá em cima e vai pro abraço!
PS - Não estranhem o resto da programação: as novelas, por exemplo, passam capítulos anteriores. Mas os telejornais são do dia.
terça-feira, junho 30, 2009
domingo, junho 28, 2009
Não estamos prontos

Foram dois jogos em um. No primeiro tempo, uma pressão infernal dos EUA. Os gringos pressionaram o pesado e lento meio-campo brasileiro (Felipe Melo não dá!), grudaram em nossos laterais, em Kaká e dominaram o jogo. Um contra-ataque mortal determinou o 2 a 0 depois de Donavon dar um corte magistral em Ramirez, que não é esse monstro todo que a mídia pinta. Podiam ter feito o terceiro com Dempsey mas Júlio César, em forma espetacular, impediu.
No 2º. tempo os americanos pagaram pela covardia de tentarem segurar o Brasil lá atrás. Não se podem esperar Kaká lá atrás, pois deixá-lo arrancar é pedir para tomar gols. Depois de um giro sensacional de Luís Fabiano, em dia de Romário, no 1 a 2, foi de Kaká toda a jogada do gol de empate, marcado de novo, por LF. A virada, com os americanos seguindo na retranca, veio com justiça na cabeçada do mais obstinado jogador brasileiro, esse colosso de vontade chamado Lúcio. Brasil campeão, mas tomar sufoco do Egito, África do Sul e EUA não nos faz favorito da Copa. Por outro lado, nenhuma outra seleção de peso vem jogando alguma coisa nos últimos tempos. Sim, o Brasil de Dunga tem determinação para virar jogos, mas isso é pouco quando se fala em uma Copa. Desse jeito, acredito que a Copa do Mundo verá uma conquista inédita em 2010. Quem nunca ganhou, ganhará. Essa a aposta do Pão na Chapa hoje. Mas ainda falta um ano.
PS – Até quando Robinho seguirá fingindo que é jogador de futebol? Substituí-lo trará mais força e caráter à Seleção.
PS 2 – Creio que ainda não está pronto o companheiro de Luís Fabiano, o homem que só joga na Seleção. Talvez seja o menino Taison, do Inter. Todos os outros atacantes testados por Dunga não convenceram.
PS 3 – Precisaremos de pelo menos um volante que saiba pensar o jogo e armar. Ainda não temos, pois Hernanes parou de jogar bola faz tempo. Ramires pra mim ainda é uma incógnita.
No 2º. tempo os americanos pagaram pela covardia de tentarem segurar o Brasil lá atrás. Não se podem esperar Kaká lá atrás, pois deixá-lo arrancar é pedir para tomar gols. Depois de um giro sensacional de Luís Fabiano, em dia de Romário, no 1 a 2, foi de Kaká toda a jogada do gol de empate, marcado de novo, por LF. A virada, com os americanos seguindo na retranca, veio com justiça na cabeçada do mais obstinado jogador brasileiro, esse colosso de vontade chamado Lúcio. Brasil campeão, mas tomar sufoco do Egito, África do Sul e EUA não nos faz favorito da Copa. Por outro lado, nenhuma outra seleção de peso vem jogando alguma coisa nos últimos tempos. Sim, o Brasil de Dunga tem determinação para virar jogos, mas isso é pouco quando se fala em uma Copa. Desse jeito, acredito que a Copa do Mundo verá uma conquista inédita em 2010. Quem nunca ganhou, ganhará. Essa a aposta do Pão na Chapa hoje. Mas ainda falta um ano.
PS – Até quando Robinho seguirá fingindo que é jogador de futebol? Substituí-lo trará mais força e caráter à Seleção.
PS 2 – Creio que ainda não está pronto o companheiro de Luís Fabiano, o homem que só joga na Seleção. Talvez seja o menino Taison, do Inter. Todos os outros atacantes testados por Dunga não convenceram.
PS 3 – Precisaremos de pelo menos um volante que saiba pensar o jogo e armar. Ainda não temos, pois Hernanes parou de jogar bola faz tempo. Ramires pra mim ainda é uma incógnita.
sexta-feira, junho 26, 2009
A trilha dos anos incríveis

1982. A porta rangia forte e assustadora várias vezes por dia e logo a voz sinistra de Vincent Price anunciava a canção que tornou o videoclip em cinema. Já sabia. Era o vizinho doido escutando o começo de Thriller pela milésima vez. E o maluco ainda imitava, rindo sem parar, aqueles passos flutuantes para trás, o famoso moonwalker, passos da lua.
Anos 70. Toda vez que passava a história daquele ratinho na TV não tinha como não emocionar-se com aquela canção, obra-prima das baladas.
Verão de 83. Numa casa num bairro afastado, junto de um nascer do sol fantástico e de uma família maravilhosa que era nosso segundo lar, em Ribeirão Preto, um grupo de amigos apaixonados pela mesma musa - uma inesquecível loura tão bela quanto simpática e digna (ela tratava todos seus “fãs” com o mesmo carinho e atenção) – curtia alguns dos melhores dias de suas vidas. A trilha-sonora? Os mesmos passos para trás que o demente do irmão da musa não parava de repetir e que o amigo Luisão não parava de repetir. E havia ainda o rock que era e sempre será a trilha maior de nossas vidas, com aqueles riffs e solo de guitarra sensacional do maior guitarrista vivo, que acompanhava o brilho da voz não menos poderosa do cantor. Havia também a pausa mais calma, que fazia a galera toda dançar junto, com aquela que é talvez a canção mais perfeita da história da música: aquela batida inicial hipnótica de bateria e a entrada envolvente do baixo antes da voz mágica começar a cantar.
Tive o privilégio de ser um adolescente na época em que Michael Jackson explodiu de vez com o disco Thriller. Tive a sorte de curtir um daqueles verões inesquecíveis da vida ao lado dos melhores amigos da escola e com a trilha eletrizante de Michael. Aqueles dias quentes - de muita amizade, zueiras na piscina, conversas sentados na mureta que dava para uma puta vista dos canaviais e da cidade lá longe, de muito carinho com aquela tia que era mãe e aquele tio que era pai, e aquela família que parecia daqueles seriados perfeitos da infância – talvez sejam o que alguns chamam de anos incríveis. E olha que não falei das guerras de torradas, da caçulinha pimentinha que aprontava tanto como o irmão maluco, da surra que tomamos por picharmos o nome da nossa musa nos muros brancos de Ribeirão, dos batismos de groselha batizada e muito mais. De muito afeto e zona saudável daquele verão que foi uma grande festa embalada por Yes, Van Halen, Queen e, claro, Michael Jackson e algumas de suas canções insuperáveis, Ben, Thriller, Beat It (http://tinyurl.com/n3337v) e Billie Jean.
Depois veio o fim da adolescência, veio o fim da escola, veio a vida. Veio a loucura do rei do pop e até do rock, que esqueceu seu talento e arte pela obsessão incompreensível de tentar ser quem ele não era.
A vida? A maioria dos felizardos daquele verão sofreu mas hoje são pais e mães de família felizes, com filhos para quem espero que ensinem as mesmas loucuras e canções que fazíamos e escutávamos no verão de 83. Todos deram certo e sorriem com a mesma alegria daqueles passos flutuantes e canções únicas. Bem, quase todos. Quem ainda não chegou lá segue, pelo menos, fiel às suas raízes. Às suas canções e sonhos. Sempre é possível acelerar o carro estrada afora enquanto Eddie Van Halen e Michael Jackson nos oferecem como combustível o clássico dos clássicos.
Michael Jackson morreu faz tempo. Ontem seu corpo se foi. Mas ninguém nos arrancará os melhores dias de nossas vidas que ele cantou para nós.
Outra Maria fora

A fábrica russa de tenistas mar(i)avilhosas sofreu mais uma dura baixa ontem. Maria Kirilenko está fora de Wimbledon, mas pelo menos meu camarada, e especialista em russas, o Velho, pôde assisti-la ontem. O cara simplesmente desistiu de almoçar do lado de seu trampo para correr pra sua casa e ver a musa em ação. Isso que é paixão pelo tênis...


PS - As fotos não são de Wimbledon. Mas quem quiser saber tudo o que está rolando no maior torneio do planeta, entre em http://www.wimbledon.org
Começou mal
Não demorou nem o primeiro jogo. Ricardo Gomes aprontou as primeiras bobagens para armar o bando (isso não é time) do São Paulo. Sacou o guerreiro incansável, Jean (e também bom caráter, algo raro nesse elenco) para colocar... Richarlyson!!!!!!!??????? Pra piorar, reintegrou os afastados por Muricy, Kid Máscara Pedalada e Efeitozinho Inútil Na Hora de Bater Na Bola, Hernanes e o Defunto do Gol e da Mão na Cintura e Reclamações Por Segundo, Washington. Tradução? Os reis do corpo mole (H1O e W9) foram valorizados. E ainda rolou ontem a piada dos jogadores garantirem, em encontro com a Independente, que darão mais raça. Quer dizer que não estavam dando antes?
E já ia esquecendo de outra Ricardagem: Júnior César, que não sabe marcar nem cruzar, nem fazer p nenhuma, segue titular... Ninguém vai avisar monsieur Ricardo que existe um menino que joga muito nessa posição, o Diogo???
É a treva. Com esses vagabundos, não ganhamos nem do Naútico.
E já ia esquecendo de outra Ricardagem: Júnior César, que não sabe marcar nem cruzar, nem fazer p nenhuma, segue titular... Ninguém vai avisar monsieur Ricardo que existe um menino que joga muito nessa posição, o Diogo???
É a treva. Com esses vagabundos, não ganhamos nem do Naútico.
quinta-feira, junho 25, 2009
O racismo é parte do futebol?

Tem gente que afirma que é coisa do calor do jogo, que é normal no futebol. O meia Alex, ex-Palmeiras, hoje na Turquia, disse no site da Globo que reclamar de racismo em campo é frescura. Alex foi ouvido sobre o caso de ontem: um jogador do Cruzeiro, o negro Eli Carlos, levou o gremista Máxi Lopez à cadeia acusando-o de ter sido ofendido como “macaco”. Boa parte dos boleiros ouvidos ontem e hoje afirmou que essa ofensa é normal, corriqueira, e que não deve sair dos gramados. Não ouvi nenhum jogador (a não ser os do Cruzeiro) defender o ato do ofendido Eli Carlos e da diretoria mineira, de denunciar a ofensa.
Entre os jornalistas, o mais sensato me pareceu o Arnaldo Ribeiro, da ESPN, que condenou o racismo, mas disse que o caso deveria ser resolvido dentro do campo (talvez pelo juiz, expulsando o ofensor, não seria o mais lógico?). Arnaldo ainda comentou algo importante: por que os jogadores brasileiros só denunciam o racismo em campo quando a ofensa vem de um argentino, quando sabemos que muitos jogadores brancos brasileiros também ofendem os negros?
O caso é que a confusão ontem foi enorme, e a PM, como sempre, mostrou total despreparo, até sacando a arma contra a delegação gremista, para exigir que Máxi Lopez fosse à delegacia.
Como devemos proceder? É racismo ou ofensa normal de jogo? Com a palavra, vocês, leitores. Comentem por favor. E aproveitem para ler, no blog de um ex-aluno meu, que vive hoje em Dublin, a mesma ofensa, feita por um irlandês ao povo latino. O idiota irlandês chamou nossa língua portuguesa de “língua de macacos”. Leiam sobre a indignação do jornalista Vinicius Zanotti, ex-aluno do Uirapuru e Horizontes-Uirapuru no blog dele, o http://passaportebrasil.blogspot.com
Lobby do cigarro e donos de bares
Um juiz paulistano fez cair o veto ao cigarro nos bares. O governo vai recorrer. Será que houve "interferência" dos donos de bares? Essa é a "Justiça" Brasileira. A nossa saúde que ...
quarta-feira, junho 24, 2009
terça-feira, junho 23, 2009
Começou Wimbledon...
domingo, junho 21, 2009
Bailarinas são guerreiras
(Uma pausa no futebol para revelar a beleza e megaultraperseverança dessa moça. Ela dá tão duro, 12 horas de treinos diários!, que a vida dos jogadores de futebol é a maior moleza perto do que ela enfrenta todo dia. Deu no Esporte Espetacular de hoje)
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